segunda-feira, 24 de outubro de 2011

La tête haute

Ontem (domingo), teve a final do Mundial de rugby, entre a França e a Nova Zelândia. O esporte é bastante assistido por aqui. E eu já havia lido nos jornais distribuídos no metrô que a equipe era bem inferior à da Nova Zelândia, mas eles tinham esperança de vencer.

Bem, a partida estava marcada para as 10h -- porque a competição estava rolando lá na casa dos adversários. A Fernanda havia encontrado um pub legal para assistirmos (na Rue Princesse, adoro esse endereço), mas ninguém acordou na hora e, qdo ela chegou lá (antes de mim, claro), já não tinha como entrar. O jeito foi assistir por um telão na calçada de um café.

Quando cheguei, atrasada, estava 5 a 0 para a Nova Zelândia. Mas os torcedores com os uniformes azuis (que todo mundo sabe que são chamados de 'bleus') estavam batendo palma e apoiando o time. Aí a NZ -- também conhecida como All Blacks -- chegou a 8. Mas os franceses continuavam apoiando. Até que a gloriosa seleção dos Bleus fez um try (eu não sei se a gente fala 'fez', mas o importante é que foram 5 pontos) e depois uma conversão (que vale mais 2 pontos). E o placar ficou 8 a 7.

No café, a torcida começou a gritar 'Allez, les bleus', como era de se esperar, e CANTOU O HINO DA FRANÇA. Foi emocionante. Tá, eu gosto da França mais do que muita gente. Mas é completamente diferente ouvir uma torcida cantar o hino, mesmo estando atrás no placar.

No fim, o jogo terminou assim mesmo. E deu uma sensação estranha, porque a equipe era inferior, mas chegou perto, muito perto.

Os jornais de hoje tinham chamadas semelhantes: 'la tête haute' (com a cabeça erguida). Um deles citou até que o resultado não chegou a 'um certo 12 de julho de 1998'. Aí vc imagina o que eles sentiram ao ganhar a final de uma Copa de futebol do Brasil. É por isso que eles não esquecem.

Eu não tirei nenhuma foto, porque tava muito frio para ficar com a mão fora do bolso (só dava para segurar a cerveja rs) e as meninas acabaram tirando. Quando receber alguma delas, posto aqui.

PS 1- Para saber mais sobre o rugby, eu aconselho a Wikipedia. No Brasil, eu não confiava, mas os franceses usam.

PS 2 - A equipe francesa é chamada também de XV de France. Que me faz lembrar do XV de Piracicaba e me deixa um pouco mais familiarizada. Allez les XVs!

PS 3- Pra não ficar sem imagem, vou colocar um vídeo da equipe francesa de rugby cantando o hino, na partida contra a Irlanda. Aí consigo juntar rugby e La Marseillaise, né? Duas palavras-chave do post.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Bienvenues à ma vie

Eu não lembro se contei que meu professor da aula em inglês é americano. E ele fala muito das diferenças entre os americanos e os franceses. O que, para mim, é engraçado, porque consigo ver de longe as reações das duas partes com cada uma das histórias.

Hoje, ele deu um texto que foi escrito por um britânico, sobre como os franceses gostam de ser vistos. Começou com uma frase que gerou uma certa reação negativa: "Since the French are so full of their self-esteem, they don't really care how others see them" (Uma vez que os franceses são cheios de autoestima, eles não ligam para como os outros os veem -- a tradução é livre, se quiserem, podem corrigir). Meus colegas de turma discordaram. E o prof quase 'se defendeu' e disse: "Mas isso é bom. Porque os americanos passam a vida preocupados com o que os outros pensam e deixam de fazer muita coisa por isso".

Aí, depois, o mesmo texto diz que "It's not the pratical end of the road they're interested in, but the journey, the possibilities, hence the way they drive, as though safe arrival at their destination was the last thing on their minds" (Não é o fim prático do caminho que eles estão interessados, mas na jornada, nas possibilidades, no caminho que eles seguem, como se a chegada segura fosse a última coisa na cabeça deles). Eu achei isso lindo. E eles também gostaram, mas foram bem discretos nos comentários.

Por fim, a última frase do texto era a melhor, na minha opinião. "In this, as in everything they do, the French seesaw constantly from the superb to the absurd" (Como em tudo que fazem, os franceses oscilam do soberbo para o absurdo). Eles acharam 'cool', que é uma das expressões mais usadas pelos jovens franceses, diga-se de passagem.

Depois da aula, algumas meninas vieram me perguntar se não fico cansada depois das aulas em francês. E falei que sim. E elas comentaram que é difícil acompanhar uma aula em outro idioma. Pois é. Welcome to my life!

PS: No meio de um texto, tinha uma citação de uma música do Jordy. Gente. Eu nem lembrava dele. Os alunos falaram que eram crianças qdo ele fez sucesso. Nem me esforcei pra lembrar de que época da minha vida era isso. E vou deixar o clipe, para todo mundo treinar francês.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Moules frites

Antes de vir pra França, a Suzana fez propaganda dos Moules Frites de uma rede de restaurantes de Paris. Aí aproveitamos esse domingo para provar a 'iguaria'. A unidade escolhida foi a da Champs Elysées. Por um simples motivo -- tudo fecha no domingo, em Paris. E a Su precisava comprar o presente de aniversário da mãe dela. Depois de pesquisarmos pela internet, chegamos à conclusão que, de fato, nada estava funcionando fora dessa avenida.

Aí, como a Champs Elysées é a Champs Elysées e ainda concentra as lojas abertas no domingo, tava tudo lotado. Engraçado ter essa percepção agora. Mas é estranho andar em Paris, ouvir tantos outros idiomas e ter que desviar das pessoas com câmeras fotográficas. Sim, estou ficando fresca.

Antes das compras, fomos ao restaurante. Morrendo de fome, pedimos o menu entrada, moules e sobremesa. Eu já tinha aprendido, em SP, que moules são mexilhões. Aí a gente escolhe o molho e vem uma panelinha cheia de mexilhões, na concha, com o molho escolhido -- no nosso caso, o de roquefort. Tudo muito muito bom. Mas demais, sabe? A gente tava sofrendo para acabar de comer a panelinha e a Su chegou a fazer uma contagem regressiva das conchinhas.


 Na TPM, nem pensei em dispensar a sobremesa e escolhi o crème brûlée, que ainda não havia comido. Minha amiga foi mais esperta e pediu um goufle com sorvete de baunilha e frutas vermelhas.


Ainda compramos o presente e, depois, vim para casa porque tinha que terminar um trabalho. Adivinha se consegui? Ainda bem que as aulas foram anuladas hoje. Mas ainda tô rezando para Nossa Senhora dos alunos que deixam tudo para última hora na tentativa de conseguir mais concentração. Devia existir uma licença mundial para tias que moram longe dos sobrinhos recém-nascidos.

sábado, 15 de outubro de 2011

Mon petit neveu

Na minha primeira sexta-feira em Paris, uma das minhas primas -- que é muito mais do que uma amiga -- me ligou para contar que está grávida. Sinceramente, tentei não pensar muito nisso. Eu sempre soube que o "pacote" de vir morar na França incluía momentos difíceis, em que o aeroporto Charles de Gaulle ia parecer a única saída. Eu sempre soube também que o pior desses momentos iria acontecer agora, depois da segunda semana de outubro. E foi exatamente hoje, dia 15.

Estava no meio de um atelier sobre Législement des stages et droit du travail e entrei na internet para procurar uma palavra no dicionário quando vi, rapidamente, no Facebook, a foto da minha irmã no hospital e meu cunhado avisando que o Miguel poderia nascer a qualquer momento. Nem precisei falar que perdi o fôlego e a concentração. Ainda bem que já estava no fim da 'aula'.

Vim pra casa correndo, apesar de estar um lindo dia pra bater perna. Na falta de notícias concretas, tentei arranjar coisa para fazer. E, aí, vi uma foto. E outra. E minha mãe ligou. E, claro, no meio disso tudo, eu já tava chorando.


Miguel deu uma volta em todo mundo. Era para nascer na segunda-feira, dia 17 (e eu estava me preparando emocionalmente para isso). Hoje, sábado, meus pais estavam em Joinville (SC), para o casamento de outra prima, com toda a família. Os outros avós estavam em Piracicaba. Mas é claro que está todo mundo se mobilizando para vê-lo de perto. Para pegar no colo, sentir o cheirinho de bebê novinho. Para abraçá-lo e comemorar o nascimento. Se pudesse, eu faria a mesma coisa. O que mais queria, agora, era estar do lado da minha irmã e parabenizá-la. Como não posso, resolvi escrever.



Ana, Guga e Miguel, estou aqui, feliz pela família e orgulhosa por ser tia de uma criança tão linda, saudável e que certamente será muito alegre, esperta e preencherá a nossa vida. Queria escrever alguma coisa mais bonita, mas não tô conseguindo. Fica aqui o desejo dos melhores dias do mundo para vcs três!! E daqui a 4 meses eu chego para apertar esse bebê cabeludo e gorducho, como a mamãe queria!!

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Le Celsa

As coisas andam tão corridas que só me dei conta hoje que ontem fez um mês que as aulas começaram. E, claro, fiquei pensando em tudo o que aconteceu nesse tempo.

Como já falei outras vezes, o ritmo de aulas é bem intenso e a programação, uma loucura. O horário é diferente a cada dia, a cada semana. Já tive disciplinas que foram encerradas.

Nesta semana, tive uma apresentação oral. Fiquei muito nervosa, embora o trabalho fosse em grupo. Os professores fizeram as críticas necessárias (e para todo o grupo, não só para mim). Não acho que foi uma présentation parfaite, mas também não foi a pior do mundo. E essa talvez seja uma das melhores consequências de ter vindo para a França mais velha -- a gente aprende que tudo bem fazer só o possível.


Já fiquei tensa por achar que nunca ia conseguir conversar com as pessoas da minha classe. Primeiro, porque elas são bem mais jovens e, claro, falam francês desde que nasceram. Isso significa que falam rápido e com gírias e expressões que não conheço/não conhecia. Mas, a cada dia, me surpreendo com o grupo. Sempre tem alguém que se aproxima para fazer uma pergunta, para oferecer ajuda...ainda não consegui ir a nenhum bar que eles combinaram, e tenho a sensação que estou em dívida por isso.

Eu era muito mais concentrada na primeira semana. Agora, acho que já acostumei com o tom de voz dos professores. É a única explicação que achei viável. Aí começo a viajar com alguma linha de pensamento. E isso, definitivamente, não é bom em nenhuma aula. Ainda mais em outro idioma.


Toda essa mistura de sentimentos é comum a outros brasileiros que vieram para cá estudar. E é muito engraçado conversar sobre isso principalmente com quem estuda na mesma escola que eu. Destaco três histórias que ilustram bem nosso dia a dia:

- Uma amiga me disse que tinha que terminar de ler um livro e estudar para a prova do dia seguinte. E completou 'Aí a professora vai ler e pensar 'ah, tadinha, ela escreve mal, mas pelo menos é esforçada';

- Uma outra amiga disse que está tentando falar francês sempre. E que elegeu dois tempos verbais: o présent e o passé composé. E se revolve por aí, porque é bem complicado ficar escolhendo os outros tempos no meio dos franceses;

- Um amigo falou que está acompanhando as aulas, mas sente dificuldades de intervir, comentar, porque faltam as palavras certas.

É um resumo do que a gente sente/está passando. Mas tenho certeza que todo mundo já percebeu a 'evolução' nessas últimas semanas. E isso não tem preço.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Joyeux anniversaire


A foto é do primeiro aniversário que passei em Paris (estou apagando uma vela inexistente ou fazendo bico, como as pessoas daqui). Nesse dia, eu:

- Saí de casa atrasada e ainda tive que esperar a loja de departamentos abrir para comprar um guarda-chuva (sim, eu disse que Paris é linda na chuva e ela resolveu me presentear. E continua linda....);

- No metrô, li que o Paris Saint-Germain tá tentando trazer o Tévez para jogar aqui. Preciso morar pela segunda vez na mesma cidade que ele?;

- Cheguei à escola, sentei na cadeira, em seguida o professor entrou e uma colega francesa, fofa, me cutucou e disse 'Feliz aniversário!' (em francês, é o título desse post);

- Estava morrendo de sono e bocejando na aula e um outro francês fofo, que estava do meu lado, me falou 'Olha, se quiser te passo as anotações que estou fazendo por e-mail, porque essa aula é difícil mesmo';

- Tive aula até as 16h e, depois, reunião de um grupo de trabalho até as 17h30;

- Na volta para casa, a linha 3 do metrô tava parada e tive que pegar um ônibus. No caminho, um outro francês fofo que estuda comigo (não tô sendo irônica) perguntou minha idade. Respirei fundo, respondi e ele levou um susto, assim como a outra menina que tava com a gente;

- Saí de casa atrasada para ir ao bar e, na hora de trocar de metrô, peguei a linha no sentido contrário. Depois, ainda virei a rua do bar no sentido contrário, cheguei lá ainda mais tarde, e já tinha uma mesa cheia de gente querida me esperando;

- Bebi pinte a 3 euros (uma pechincha), recebi 'feliz aniversário' em português, francês e italiano;

- Voltei para casa de metrô e cheguei pouco depois da meia-noite -- ou seja, já no dia seguinte;

- Resolvi checar mensagens nas redes sociais e emails e fiquei emocionada;

- Estou indo dormir feliz da vida, apesar da distância de tantas pessoas que amo.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Bastille

Há alguns lugares em Paris que todo mundo tem que conhecer. Eu queria evitar falar da torre (para não ficar monotemática), mas é claro que ela ocupa o primeiro lugar dessa lista. Outro é a Bastille -- ou Bastilha, como nós, brasileiros, aprendemos na escola. Bem, quem prestou atenção na aula de história sabe que a Bastilha caiu em julho de 1789, durante a Revolução Francesa. Então, todo mundo devia estar preparado para chegar lá e não ver nada, certo?


Hoje, no lugar onde havia um forte, há uma rotatória e uma espécie de obelisco. O trânsito, ao redor, é uma loucura. Vc acha que nunca vai conseguir passar de um lado para o outro. E não é fácil. Tem de ir procurando as faixas de pedestre.

Pra falar a verdade, eu demorei para conhecer a Bastilha. Só o fiz no ano passado, mas era uma questão de honra. Do tipo 'não dá mais para enrolar'. Depois, me falaram que havia alguns bares lá perto. Fui, à noite, mas não gostei do clima. Há algumas semanas, descobri que saí pela porta errada do metrô...


Fui encontrar um amigo de SP e ele me mostrou um bar onde a cerveja era mais barata no happy hour. Se não me engano, 2,50 euros. E andamos pela Rue de la Roquette. Depois, tive de voltar à mesma rua para tirar o titre de séjour, um selo que libera a permanência dos estrangeiros que vivem aqui. E acabei indo novamente para tomar cerveja e sorvete em uma noite quente do outono-quase-verão parisiense.


E aí que numa dessas ocasiões eu vi um ponto realmente importante na esquina da Roquette e da Bastilha (existe esquina em rotatória? Por favor, perdoem a ignorância). Tem uma "passagem do cavalo branco". Dizem que ele só passa uma vez na vida, né? Então acho melhor fazer plantão lá do lado para ver se consigo mais uma chance.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Nuit blanche

A Météo francesa diz que foi o 1º de outubro mais quente em cem anos. A temperatura chegou a 29 graus. E, à noite, como eu já contei, teve Nuit Blanche. Um evento em que há várias atrações culturais e gratuitas em Paris. Precisava de mais algum motivo para todo mundo sair para as ruas?

Segundo uma notinha do 'Direct Matin', um dos jornais distribuídos no metrô, a 10ª edição da festa bateu recorde de público, com participação de 2,5 milhões de pessoas da Ville lumière. Christophe Girard, adjunto da Cultura da prefeitura, afirmou que, em um contexto de crise, "as pessoas têm necessidade de sonhos, de vida coletiva", e que havia uma "demanda de cultura". Pq, né? Aqui as pessoas se preocupam com isso.

E eis que eu fui à 10ª edição da Nuit Blanche. Rua lotada. Parecia réveillon na praia. Balneário Camboriú nas épocas em que eu era adolescente. Mas sei que Copacabana ganha e, olha, acredito que estava páreo. Todo mundo feliz, andando, bebendo, conversando. E decidimos ir à Purple Rain que, pelo que eu tinha entendido, era um jogo de luzes que simulava chuva. Blz. Andamos pelo Marais, até achar a megafila. Entramos. Demoramos TRÊS HORAS E MEIA pra chegar ao portão. Quando a gente tava quase lá, a atração fechou pq alguém passou mal. Nesse meio tempo, ainda houve discussão com franceses folgados que queriam furar fila (pq isso tem em todo lugar, né?). E aí a gente entrou no prédio, pegou um guarda-chuva roxo e ficou no meio de uma chuva bem forte. E era isso. Só isso. Saí de lá com dor no pé, de tanto ficar em pé, e molhada. Só restava mesmo voltar para casa.

sábado, 1 de outubro de 2011

Giverny

Aproveitei a folga deste sábado para ir a Giverny. Lá ficam a casa e os jardins do Monet. Para ir, é bem fácil. O trem sai da Gare Saint Lazare (a duas estações da minha casa) e, em pouco mais de 40 minutos, chega a Vernon. Lá, tem o ônibus para Giverny, que demora cerca de 20 minutos para chegar ao ponto final. Quando vc sai da 'navette', é um pouco complicado. Tem um mapa dos arredores, que não indica onde vc está. O jeito é seguir o fluxo.


Depois desse pequeno problema, foi bem fácil chegar até a casa do Monet (aí na foto). Havia uma pequena fila e o museu não estava lotado. A propriedade é bem grande e dá para conhecer a casa do artista e os jardins. O passeio é imperdível. Há flores de todos as formas e cores. É realmente inspirador.


Dentro da casa, não dá para fazer fotos. Perguntei para uma funcionária e ela disse que a pintura do imóvel foi reproduzida, como era na época em que o pintor morava lá, com a sua família. Os móveis, de acordo com ela, são originais. Tem um cômodo na parte de baixo cheio de quadros impressionistas.




Depois de sair da casa do Monet e dos jardins, ainda demos uma andada pela cidade. Passamos pelo Museu dos Impressionistas, por restaurantes fofos e por uma igreja. Nos perdemos para encontrar o túmulo da família Monet e acabamos descobrindo, depois de andar, andar e andar, que era no mesmo terreno da igreja. No fim, ainda deu tempo de comer um sanduíche e fazer todo o percurso da volta.


Ah! Além de toda a beleza do lugar, vale destacar que o dia ajudou. Faz muito sol por aqui. A Météo informa que, agora, à tarde, está 24ºC em Paris. E vou descansar, porque à noite tem Nuit Blanche, com toda uma programação de eventos gratuitos na capital francesa. Bon week-end à tous! 


SERVIÇO (para quem estiver interessado na viagem):
Passagem Paris-Vernon-Paris: 21 euros (ida e volta)
Ônibus até Giverny: 4 euros (ida e volta)
Entrada na casa e nos jardins: 8 euros (estudantes e jornalistas pagam menos. Ê!). O lugar fica aberto de abril e a novembro

((E PAUSA PARA UM RECADO - Mãe, não teve como não lembrar de vc a cada flor, em cada jardim, em cada janela florida. Eu queria muito que vcs estivessem aqui!!))