Há alguns lugares em Paris que todo mundo tem que conhecer. Eu queria evitar falar da torre (para não ficar monotemática), mas é claro que ela ocupa o primeiro lugar dessa lista. Outro é a Bastille -- ou Bastilha, como nós, brasileiros, aprendemos na escola. Bem, quem prestou atenção na aula de história sabe que a Bastilha caiu em julho de 1789, durante a Revolução Francesa. Então, todo mundo devia estar preparado para chegar lá e não ver nada, certo?
Hoje, no lugar onde havia um forte, há uma rotatória e uma espécie de obelisco. O trânsito, ao redor, é uma loucura. Vc acha que nunca vai conseguir passar de um lado para o outro. E não é fácil. Tem de ir procurando as faixas de pedestre.
Pra falar a verdade, eu demorei para conhecer a Bastilha. Só o fiz no ano passado, mas era uma questão de honra. Do tipo 'não dá mais para enrolar'. Depois, me falaram que havia alguns bares lá perto. Fui, à noite, mas não gostei do clima. Há algumas semanas, descobri que saí pela porta errada do metrô...
Fui encontrar um amigo de SP e ele me mostrou um bar onde a cerveja era mais barata no happy hour. Se não me engano, 2,50 euros. E andamos pela Rue de la Roquette. Depois, tive de voltar à mesma rua para tirar o titre de séjour, um selo que libera a permanência dos estrangeiros que vivem aqui. E acabei indo novamente para tomar cerveja e sorvete em uma noite quente do outono-quase-verão parisiense.
E aí que numa dessas ocasiões eu vi um ponto realmente importante na esquina da Roquette e da Bastilha (existe esquina em rotatória? Por favor, perdoem a ignorância). Tem uma "passagem do cavalo branco". Dizem que ele só passa uma vez na vida, né? Então acho melhor fazer plantão lá do lado para ver se consigo mais uma chance.
Nenhum comentário:
Postar um comentário